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Descontrole: o filme que aperta o peito e nos obriga a encarar nossas próprias fragilidades.

  • Foto do escritor: Bianca Merola
    Bianca Merola
  • 14 de jan.
  • 1 min de leitura

Hoje eu fui assistir “Descontrole” e foi uma experiência intensa, desconfortável e necessária. O filme, protagonizado por Carolina Dieckmann, nos leva para dentro da mente de uma mulher comum, que aos poucos vai sendo engolida por pressões, traumas e situações que se acumulam até o limite do suportável. Não é apenas um suspense psicológico , é um retrato cru, real e dolorosamente humano sobre o que acontece quando não damos conta de tudo o que nos atravessa.


É impossível não se impactar. Em vários momentos, o filme aperta, incomoda, provoca silêncio. Ele nos obriga a olhar para fragilidades que muitas vezes escondemos, para dores que empurramos para debaixo do tapete e para o perigo de normalizar o sofrimento. “Descontrole” fala sobre saúde mental, sobre limites, sobre solidão, sobre pedir ajuda e principalmente sobre o quanto ninguém é de ferro.


A atuação da Carolina é simplesmente arrebatadora. Forte, visceral, corajosa. Ela nos conduz por uma montanha-russa emocional que deixa marcas e reflexões muito depois que os créditos sobem.


Saio desse filme mexida, impactada e cheia de pensamentos. É daqueles que não se assiste apenas, se sente.


Meu agradecimento especial à Elo Studios e à Sony Pictures pelo convite e pela oportunidade de vivenciar essa obra tão potente.


E deixo aqui meu convite: dia 05 de fevereiro, “Descontrole” estreia em cinemas de todo o Brasil. Vá, assista, permita-se sentir e refletir. É cinema que provoca, que incomoda e que transforma.

 
 
 

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